Contribuição para o dicionário do nosso amigo Canosa do Dia:
Na entrada da Vila dos Pinheiros, no Complexo do Maré, pouco depois do Prédio da Fundalção Nacional de Saúde, pista sentido Zona Oeste da Brasil, há uma placa "Borraxeiro".....assim que puder vou lá fazer uma foto merece né?
O dia a dia de uma repórter que cobre justiça, segurança pública e polícia há 18 anos.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
E o dicionário volta a bombar!
Coleguinhas, demorei a postar nesse blog. Foram férias maravilhosas e preguiça de escrever. Depois a volta ao trabalho e a ralação. Sem tempo. Mas a conselho do coleguinha Marcelo Bastos, do Dia, autor do blog " Temos Isso", vou postar pelo menos duas vezes na semana. Então, para não perder o costume e também após lançar meu concurso do "repórter sem noção" volto a mais um verbete do famoso dicionário dos pessssual tudo.
CEDIA - Estava eu em uma operação da Dcod no Morro do Urubu, em Pilares, quando no alto do morro, na Associação de Moradores vi um cartaz convocando a todos os moradores da comunidade a comparecer na Assembléia Geral na "CEDIA" daquela associação. Assim mesmo, com essa grafia.....é de doer.
DEDO MINDINGO- Essa quem me passou foi o grande Sérgio Costa da Band , que ouviu uma mulher em uma favela dizendo que não colocaria nem o "dedo mindingo" dela naquele local. Não seria mindinho??????????? Dããããããã
CEDIA - Estava eu em uma operação da Dcod no Morro do Urubu, em Pilares, quando no alto do morro, na Associação de Moradores vi um cartaz convocando a todos os moradores da comunidade a comparecer na Assembléia Geral na "CEDIA" daquela associação. Assim mesmo, com essa grafia.....é de doer.
DEDO MINDINGO- Essa quem me passou foi o grande Sérgio Costa da Band , que ouviu uma mulher em uma favela dizendo que não colocaria nem o "dedo mindingo" dela naquele local. Não seria mindinho??????????? Dããããããã
Prêmio Repórter sem Noção
Demorei muito para decidir a abrir essa eleição. Mas confesso que passar os últimos dias na escuta e até mesmo no meu dia a dia nas ruas me fez tomar coragem para fazer tal concurso. Não que eu seja chata ou implicante com alguns coleguinhas que estão começando a carreira. O problema é que tem gente que já está na pista há algum tempo e continua falando besteira, perguntando coisas absurdas e ainda perguntando a máxima: como apuro isso? Enfim é de doer. Como meu concurso é uma pura brincadeira, estou aguardando nomes e sugestões. Votação. Vale casos com aquele da coleguinha que ligou para a associação de moradores do São Carlos perguntando se a polícia já tinha chegado, vale aquele do coleguinha que vive alugando o outro pedindo telefone de tudo e de todos. Vale também a indicação do coleguinha que se acha o cara, brinca e quase bate na cara do traficante. Agora o prêmio do vencedor, ainda não sei, quem sabe poderia ser um " gravador de papelão"....já que o prêmio é sem noção.
Vamos aos nomes? Amanhã vou postar três. Pelo texto dá para imaginar os indicados
Vamos aos nomes? Amanhã vou postar três. Pelo texto dá para imaginar os indicados
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Edição extra do dicionário
Essa não poderia faltar.
A senhorinha de uma comunidade solta a seguinte pérola: Eu não vou sair desse barraco não porque tenho direito a lei de USUNCAMPIÃO........enfim,,,,,,,,,,,não seria a lei do usucapião????????
A senhorinha de uma comunidade solta a seguinte pérola: Eu não vou sair desse barraco não porque tenho direito a lei de USUNCAMPIÃO........enfim,,,,,,,,,,,não seria a lei do usucapião????????
Reproduzindo o que um coleguinha me contou
Um coleguinha, também acostumado a cobrir polícia me contou essa. Uma pena que eu não estava lá no dia porque caso contrário eu iria cair no chão de tanto rir.
- Um delegado dando uma coletiva, começou a detalhar o crime para os coleguinhas que estavam na delegacia. No meio da narrativa o delegado muito compenetrado disse assim:
- Então o melitante evadiu-se.
Aí, chega a coleguinha ( INFELIZMENTE TEM QUE SER MULHER E DE TV.....) e solta a pérola:
- Meliante de que doutor???????????????????
Silêncio total na sala......
- Um delegado dando uma coletiva, começou a detalhar o crime para os coleguinhas que estavam na delegacia. No meio da narrativa o delegado muito compenetrado disse assim:
- Então o melitante evadiu-se.
Aí, chega a coleguinha ( INFELIZMENTE TEM QUE SER MULHER E DE TV.....) e solta a pérola:
- Meliante de que doutor???????????????????
Silêncio total na sala......
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Diconário o retorno
Essa foi ouvida pelo cinegrafista da TV Globo, Júnior Alves, durante uma operação no MOrro dos Macacos.
Uma senhora muito idosa estava em um barraco quando o cinegrafista pergunto se ela não tinha medo dos tiros. E a senhora sacou a seguinte resposta.
_ Tenho não senhor. Só fico em casa quando o HOROSCOPO está sobrevoando a favela.
Uma senhora muito idosa estava em um barraco quando o cinegrafista pergunto se ela não tinha medo dos tiros. E a senhora sacou a seguinte resposta.
_ Tenho não senhor. Só fico em casa quando o HOROSCOPO está sobrevoando a favela.
História de uma foca em um domingo de sol
Bom vamos lá. Mais uma daquelas histórias hilárias de focas que cobrem polícia.
Estava eu na DRF, durante coletiva do delegado titular sobre um assalto no prédio dos Correios, quando uma coleguinha do Jornal do Brasil, muito foca por sinal e que pouco cobre polícia, me solta as seguintes pérolas para o delegado Márcio Franco.
-Doutor, o que é receptação? ( bom o delegado, muito educado como ele é , explicou calmamente à afoita foca que estava ansiosa pela bola em seu nariz.
No final da coletiva, quando o delegado explicou que já monitorava a quadrilha desde outubro, novamente a foca, querendo perguntar algo muito importante ao delegado, soltou a pérola do século do jornalismo:
_ Doutor, quer dizer que vocês investigaram a quadrilha porque tiveram ajuda de bandidos da quadrilha rival? (Silêncio na sala onde havia coleguinhas de todos os jornais e TVs)
Muito paciente o delegado Marcio Franco ( que é um gentleman) disse que não, que era investigação da polícia, etc, etc. Bom os coleguinhas só não cairam na gargalhada em respeito ao próprio delegado e com pena da coleguinha.
Acabou a coletiva e a menina, com o carro de reportagem do jornal que quase não cobre polícia, saíram do local mais rápido que a velocidade do som.
ENFIM, EM UM DOMINGO DE SOL, QUE EU DEIXEI DE IR À PRAIA PORQUE ESTAVA DE PLANTÃO, ME DIVERTI MUITO, MAS MUITO MESMO.
Estava eu na DRF, durante coletiva do delegado titular sobre um assalto no prédio dos Correios, quando uma coleguinha do Jornal do Brasil, muito foca por sinal e que pouco cobre polícia, me solta as seguintes pérolas para o delegado Márcio Franco.
-Doutor, o que é receptação? ( bom o delegado, muito educado como ele é , explicou calmamente à afoita foca que estava ansiosa pela bola em seu nariz.
No final da coletiva, quando o delegado explicou que já monitorava a quadrilha desde outubro, novamente a foca, querendo perguntar algo muito importante ao delegado, soltou a pérola do século do jornalismo:
_ Doutor, quer dizer que vocês investigaram a quadrilha porque tiveram ajuda de bandidos da quadrilha rival? (Silêncio na sala onde havia coleguinhas de todos os jornais e TVs)
Muito paciente o delegado Marcio Franco ( que é um gentleman) disse que não, que era investigação da polícia, etc, etc. Bom os coleguinhas só não cairam na gargalhada em respeito ao próprio delegado e com pena da coleguinha.
Acabou a coletiva e a menina, com o carro de reportagem do jornal que quase não cobre polícia, saíram do local mais rápido que a velocidade do som.
ENFIM, EM UM DOMINGO DE SOL, QUE EU DEIXEI DE IR À PRAIA PORQUE ESTAVA DE PLANTÃO, ME DIVERTI MUITO, MAS MUITO MESMO.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Começo 2009 com o dicionário
Caramba! Comecei 2009 muito bem! Em operação policial. Uma em Paraty, de barco e outra, para variar, com os homens de preto. Uns da Civil na Zona Oeste e outro com o Bope na Cidade de Deus. Como não poderia faltar, já comecei o ano inaugurando os verbetes de meu "Dicionário dus pessual tudo". Esse ouvi na Cidade de Deus e não poderia deixar de postar.
"Esses bruxo( homens do Bope) ficam aqui na comunidade "enxarcando" a gente. São todos "enxarcadores". Não seria "acharque".
"Esses bruxo( homens do Bope) ficam aqui na comunidade "enxarcando" a gente. São todos "enxarcadores". Não seria "acharque".
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
E lá se vai 2008
Caramba! Quando eu fechar os olhos hoje à noite vou acordar no último dia do ano! Novidade? Nenhuma. Só uma tentativa de retrospectiva de tudo o que passei na incassável tentativa de fazer coberturas diárias sobre segurança pública no Rio de Janeiro. O dia a dia é tão corrido que se parar para pensar vou ter que demorar muito para lembrar os grandes casos. Foi o ano da morte do João Roberto, da menina Eloah, essa em São Paulo, da Isabela Nardoni de São Paulo...Enquanto em São Paulo a criminalidade crescia, eu por aqui tentava imaginar que o Rio de Janeiro continuava lindo, ou pelo menos tentava até acontecer o primeiro arrastão da Linha Vermelha e a primeira troca de tiros na Vila Cruzeiro que ficou famosa mundialmente devido aos confrontos diários e ao desfile, também diário de " caveirões" por suas ruas. Enterros tristes? Foram quase semanais. Em uma semana do ano foram diários. Cada dia uma vítima de violência diferente.
Mais uma vez fechamos um ano vendo que colegas que tentaram exercer a profissão de jornalitas foram massacrados e torturados por " homens" que se diziam da lei. Como aconteceu com Tim Lopes, tentaram calar a voz da imprensa. Ainda bem que com tudo isso os governantes "deram uma resposta". Mas ainda falta muito para nós jornalistas circularmos livremente por esses espaços e guetos.
Policiais foram baleados, alguns morreram. Pais de família e homens de bens foram mortos, arrastados por traficantes. A paisagem da então "Cidade Maravilhosa" durante todo o ano de 2008 ficou pintada de preto. O preto do uniforme das polícias ocuparam ruas, becos e favelas em operações policiais. Apesar do trabalho, da ralação, também foi divertido encontrar com os colegas durante incursões da polícia entre outras pautinhas de segurança . Tivemos que aturar delegados malas, aborrecidos que não passam informações, mas também convivemos com policiais boa praça que ajudaram a imprensa.
Enfim, às vésperas de 2009 , fecho o livro de matérias de 2008 e torço para um ano com mais harmonia. Com desejos sim, de cobrir segurança pública , mas com notícias satisfatórias como a matéria que fiz desfilando no Morro Dona Marta sem tráfico. Está acabando, virei a página e com esperança. Feliz 2009.
Mais uma vez fechamos um ano vendo que colegas que tentaram exercer a profissão de jornalitas foram massacrados e torturados por " homens" que se diziam da lei. Como aconteceu com Tim Lopes, tentaram calar a voz da imprensa. Ainda bem que com tudo isso os governantes "deram uma resposta". Mas ainda falta muito para nós jornalistas circularmos livremente por esses espaços e guetos.
Policiais foram baleados, alguns morreram. Pais de família e homens de bens foram mortos, arrastados por traficantes. A paisagem da então "Cidade Maravilhosa" durante todo o ano de 2008 ficou pintada de preto. O preto do uniforme das polícias ocuparam ruas, becos e favelas em operações policiais. Apesar do trabalho, da ralação, também foi divertido encontrar com os colegas durante incursões da polícia entre outras pautinhas de segurança . Tivemos que aturar delegados malas, aborrecidos que não passam informações, mas também convivemos com policiais boa praça que ajudaram a imprensa.
Enfim, às vésperas de 2009 , fecho o livro de matérias de 2008 e torço para um ano com mais harmonia. Com desejos sim, de cobrir segurança pública , mas com notícias satisfatórias como a matéria que fiz desfilando no Morro Dona Marta sem tráfico. Está acabando, virei a página e com esperança. Feliz 2009.
domingo, 23 de novembro de 2008
Verbos
Conjugar verbos em favelas e comunidades está ficando a coisa mais difícil do mundo. Aliás nunca foi fácil. De tanto andar nesses locais vivo me policiando para não dizer, sem querer, uma barbaridade digna de assassinar o português. Foi assim na semana passada quando ouvi um 'EU TAVO" . Caramba! Se o Sérgio Nogueira ouvir uma coisa dessas ele vai mudar de profissão. Vai virar professor de matemática. E eu, coitada da pobre jornalista que vos fala, fiquei com dores no ouvido depois desse sonoro verbo.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
E o dicionário está crescendo!
Essa foi ouvida pelo nosso coleguinha Sérgio Costa da Band:
Uma mulher disse a ele que não suportava mais ouvir palavras de BAIXO GALÃO.......esses palavrões devem ser muito cabeludos para ser de baixo galão.....
Uma mulher disse a ele que não suportava mais ouvir palavras de BAIXO GALÃO.......esses palavrões devem ser muito cabeludos para ser de baixo galão.....
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Essa máxima que segue faz parte de um bilhete deixado por bandidos que assaltaram uma agência bancária em Três Lagoas (MS) e levaram cerca de R$ 160 mil . Com esse português aí eles deveriam ter devolver o dinheiro :
“cem arma, cem drogas, cem violência – agradeçemos a preferencia e acima de tudo nossa percistencia – é nois (sic)”.
“cem arma, cem drogas, cem violência – agradeçemos a preferencia e acima de tudo nossa percistencia – é nois (sic)”.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Mais uma do dicionário dus pessual tudo
Tiros REMETENTES : foi ouvida por um policial em uma favela carioca. Na verdade são tiros INTERMITENTES feitos durantes confrontos.
Os MIBS - homens de preto, especificamente policiais da Core quando sobem o morro. " Vem aí os MIBS"
Os MIBS - homens de preto, especificamente policiais da Core quando sobem o morro. " Vem aí os MIBS"
Funk da Operação Policial
Essa é uma homenagem para todos os colegas que diariamente correm juntos em operações policiais pelas favelas do Rio. Detalhe, a letra foi feita por mim e pela coleguinha Silvana Maciel durante mais uma operação da polícia.
FUNK DA OPERAÇÃO
MC s .40 (Ana Claudia Costa e Silvana Maciel - as quarentonas da imprensa)
(começa com a voz do Paulo Roberto( chefe de reportagem da Rio do Globo no nextel assim: Ana,Ana , na escuta? Ana tá em qap?)
7H DA MANHÃ CHEGO NA REDAÇÃO
E O CHEFE JÁ VAI GRITANDO
VAMOS, CORRE,
É OPERAÇÃO!!!
OPERAÇÃO, OPERAÇÃO, É MAIS UMA OPERAÇÃO
(SOBE SOM DE TIROS)
A POLÍCIA NO CAJU
É LÁ A CONCENTRAÇÃO
EU NÃO SEI ONDE É
SÓ SEI DIZER
É OPERAÇÃO....
OPERAÇÃO , OPERAÇÃO
PODE SER LÁ NA ROCINHA
PODE SER LÁ NO BOREL
DESCOBRI QUE É NO ALEMÃO
VAMOS LÁ É OPERAÇÃO
VAMOS LÁ BOTAR O COLETE
VEM AÍ O CAVEIRÃO
VOU PEGAR O MEU BLINDADO
É MAIS UMA OPERAÇÃO
OS POLICIAIS ESTÃO DE PRETO
COM OS SEUS "BICOS" NA MÃO
O TIRO TÁ COMENDO SOLTO
NESSA TROCA ENTRO NÃO
É MUITO MAIS PERIGOSO
PREFIRO FICAR NA CONTENÇÃO
TEM POLÍCIA, TEM REPÓRTER, FOTOGRÁFO E CINEGRAFISTA
TODO MUNDO CORRE JUNTO
TODO MUNDO ESTÁ NA PISTA
SE PROTEGER É A SOLUÇÃO
PARA MAIS UMA OPERAÇÃO
FUNK DA OPERAÇÃO
MC s .40 (Ana Claudia Costa e Silvana Maciel - as quarentonas da imprensa)
(começa com a voz do Paulo Roberto( chefe de reportagem da Rio do Globo no nextel assim: Ana,Ana , na escuta? Ana tá em qap?)
7H DA MANHÃ CHEGO NA REDAÇÃO
E O CHEFE JÁ VAI GRITANDO
VAMOS, CORRE,
É OPERAÇÃO!!!
OPERAÇÃO, OPERAÇÃO, É MAIS UMA OPERAÇÃO
(SOBE SOM DE TIROS)
A POLÍCIA NO CAJU
É LÁ A CONCENTRAÇÃO
EU NÃO SEI ONDE É
SÓ SEI DIZER
É OPERAÇÃO....
OPERAÇÃO , OPERAÇÃO
PODE SER LÁ NA ROCINHA
PODE SER LÁ NO BOREL
DESCOBRI QUE É NO ALEMÃO
VAMOS LÁ É OPERAÇÃO
VAMOS LÁ BOTAR O COLETE
VEM AÍ O CAVEIRÃO
VOU PEGAR O MEU BLINDADO
É MAIS UMA OPERAÇÃO
OS POLICIAIS ESTÃO DE PRETO
COM OS SEUS "BICOS" NA MÃO
O TIRO TÁ COMENDO SOLTO
NESSA TROCA ENTRO NÃO
É MUITO MAIS PERIGOSO
PREFIRO FICAR NA CONTENÇÃO
TEM POLÍCIA, TEM REPÓRTER, FOTOGRÁFO E CINEGRAFISTA
TODO MUNDO CORRE JUNTO
TODO MUNDO ESTÁ NA PISTA
SE PROTEGER É A SOLUÇÃO
PARA MAIS UMA OPERAÇÃO
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Mais uma do dicionário dus pessual tudo
VERBOS_ "us pessual tudo" estão inovando mesmo a gramática. Arrumaram até um tempo de verbo inspirado no idioma japonês. É um único e sempre com terminação em "NO" . Conjuga-se assim:
comeNO, correNO, pagaNO, brincaNO, e por aí vai. Se fosse operador de telemarketing então us pessual iam inovar o serviço: "Estarei te transferiNO, senhor fica esperaNO
Clássica no jornalismo policial de hoje em dia:
meliça - milícia Ex: us cara da meliça não dão mole para ninguém
covargia_ ah! isso é covardia
seje e esteje: esses verbos (nossa....rs) conjugadosjá vi até gente com nível superior falando
Essa ouvi hoje durante uma apreensão da DRFC em São Cristóvão: uma senhora muito educada, querendo saber onde era a delegacia, na Pavuna, lembrou e soltou a seguinte pérola: AH TO LEMBRADA . JÁ FUI EM UM SURRASCO COM US PESSUAL LÁ
comeNO, correNO, pagaNO, brincaNO, e por aí vai. Se fosse operador de telemarketing então us pessual iam inovar o serviço: "Estarei te transferiNO, senhor fica esperaNO
Clássica no jornalismo policial de hoje em dia:
meliça - milícia Ex: us cara da meliça não dão mole para ninguém
covargia_ ah! isso é covardia
seje e esteje: esses verbos (nossa....rs) conjugadosjá vi até gente com nível superior falando
Essa ouvi hoje durante uma apreensão da DRFC em São Cristóvão: uma senhora muito educada, querendo saber onde era a delegacia, na Pavuna, lembrou e soltou a seguinte pérola: AH TO LEMBRADA . JÁ FUI EM UM SURRASCO COM US PESSUAL LÁ
Plantão
De acordo com o Aurélio plantão quer dizer:Serviço noturno ou em dia ou horas normalmente sem expediente em redações de jornais, hospitais, fábricas.
De plantão: À espera.
No Houaiss:
Serviço noturno ou em horas normalmente sem expediente em hospital, farmácia, fábrica, redação de jornal etc. Militar de serviço junto a um oficial superior, que fica plantado, para cumprir ordens; sentinela fixa, sem armas.
Bom, na prática, no dia a dia do repórter policial as coisas não acontecem assim, não necessariamente nessa ordem. Plantão de coleguinhas quer dizer : horas a fio na porta de delegacias, hospitais, batalhões de polícia, entrada de favelas, porta da casa de investigados, vítimas, etc e.........quase sempre sem sucesso. A dura rotina do plantão do caso fulano de tal poderia até virar um martírio para os nobres "coleguinhas" mas, escolada de plantão do jeito que estou, já vi de tudo.
Plantão de coleguinhas, seja em qual caso for é atípico: jornalistas sentados no chão, alguns agora com laptops no colo, gravadores, microfones, blocos, canetas, etc. E haja história para contar. Nas horas que nunca passam a criatividade do pobre do repórter que quer conseguir uma linha de novidade para o tal " badalado caso do momento", não faltam receitas de bolo, de uma comidinha light nova, atitude dos filhos, maridos e esposas e, muitos causos de antigamente sempre lembrando coleguinhas que cometeram algum mico. Não falta quem saque da bolsa uma lixa de unhas ou algo parecido. Nessas horas, na falta de notícia a única coisa séria é que quando falta assunto é sinal que o plantão já está um saco. Mais chato ainda quando o nobre coleguinha que trabalha pela manhã passa horas a fio na porta de alguma delegacia ou algo parecido e ...........a notícia só acontece à tarde, quando sua rendição ( palavra quase escassa no jargão das chefias) chega.
Plantão que é plantão chama a atenção de curiosos. Jornalistas parecem animais em zoológico. Todos param para observar e fazer aquela perguntinha básica: o que está acontecendo aí? Mataram quem? Dá vontade de dizer que mataram a Xuxa.
Jornais e livros também quase já perderam a sua popularidade nos plantões. Todos se confraternizam nessas horas até porque a leitura deixa o ser meio que isolado. Então nesses plantões vale de tudo: oferecer chicletes, pedir lanche no Mac Donald´s quando o plantão passa pelo horário do almoço. Comer sentado na calçada e ainda por cima ouvir a cara amarrada do delegado, ou outro qualquer persnogem dizer que NÃO PODEMOS FICAR NAQUELE LUGAR. QUE NÃO PODEMOS SENTAR EM DETERMINADO ESPAÇO E PEDIR PARA NOS RETIRARMOS. O único problema é que até cachorro entra nesses locais menos o pobre do jornalista.
Enfim acho que depois de tanto lamento deixo aos nobres colegas a seguinte sugestão: adicionar aos dicionários à explicação de plantão que em caso de jornalista signfica sofrimento, horas a fio sem notícia, sem resposta nenhuma e foras homéricos de fontes. Mas como todo jornalista tem talento para se sair bem em qualquer situação, plantão também significa diversão, confraternização e muitos, mas muitos causos para contar.
De plantão: À espera.
No Houaiss:
Serviço noturno ou em horas normalmente sem expediente em hospital, farmácia, fábrica, redação de jornal etc. Militar de serviço junto a um oficial superior, que fica plantado, para cumprir ordens; sentinela fixa, sem armas.
Bom, na prática, no dia a dia do repórter policial as coisas não acontecem assim, não necessariamente nessa ordem. Plantão de coleguinhas quer dizer : horas a fio na porta de delegacias, hospitais, batalhões de polícia, entrada de favelas, porta da casa de investigados, vítimas, etc e.........quase sempre sem sucesso. A dura rotina do plantão do caso fulano de tal poderia até virar um martírio para os nobres "coleguinhas" mas, escolada de plantão do jeito que estou, já vi de tudo.
Plantão de coleguinhas, seja em qual caso for é atípico: jornalistas sentados no chão, alguns agora com laptops no colo, gravadores, microfones, blocos, canetas, etc. E haja história para contar. Nas horas que nunca passam a criatividade do pobre do repórter que quer conseguir uma linha de novidade para o tal " badalado caso do momento", não faltam receitas de bolo, de uma comidinha light nova, atitude dos filhos, maridos e esposas e, muitos causos de antigamente sempre lembrando coleguinhas que cometeram algum mico. Não falta quem saque da bolsa uma lixa de unhas ou algo parecido. Nessas horas, na falta de notícia a única coisa séria é que quando falta assunto é sinal que o plantão já está um saco. Mais chato ainda quando o nobre coleguinha que trabalha pela manhã passa horas a fio na porta de alguma delegacia ou algo parecido e ...........a notícia só acontece à tarde, quando sua rendição ( palavra quase escassa no jargão das chefias) chega.
Plantão que é plantão chama a atenção de curiosos. Jornalistas parecem animais em zoológico. Todos param para observar e fazer aquela perguntinha básica: o que está acontecendo aí? Mataram quem? Dá vontade de dizer que mataram a Xuxa.
Jornais e livros também quase já perderam a sua popularidade nos plantões. Todos se confraternizam nessas horas até porque a leitura deixa o ser meio que isolado. Então nesses plantões vale de tudo: oferecer chicletes, pedir lanche no Mac Donald´s quando o plantão passa pelo horário do almoço. Comer sentado na calçada e ainda por cima ouvir a cara amarrada do delegado, ou outro qualquer persnogem dizer que NÃO PODEMOS FICAR NAQUELE LUGAR. QUE NÃO PODEMOS SENTAR EM DETERMINADO ESPAÇO E PEDIR PARA NOS RETIRARMOS. O único problema é que até cachorro entra nesses locais menos o pobre do jornalista.
Enfim acho que depois de tanto lamento deixo aos nobres colegas a seguinte sugestão: adicionar aos dicionários à explicação de plantão que em caso de jornalista signfica sofrimento, horas a fio sem notícia, sem resposta nenhuma e foras homéricos de fontes. Mas como todo jornalista tem talento para se sair bem em qualquer situação, plantão também significa diversão, confraternização e muitos, mas muitos causos para contar.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Maldição do Jornalista
Essa é muito antiga mas acabo de receber novamente no email. O único problema é que tal maldição é completamente atual principalmente em se tratando de repórter de polícia . Quem não se sentiu assim pelo menos uma vez que atire a primeira pedra.
"A Maldição do Jornalista"
Conta a lenda que, quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre como ser jornalista determinou que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito pequeno e selecionado. Mas neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Então, aconteceu o pior!!! Deus, bravo com a traição resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2º Não verás teu filho crescer.
3º Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
4º Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais, terás úlcera.
5º A pressa será teu único amigo e as suas refeições principaisserão os lanches, as pizzas e o China in Box.
6º Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5anos de trabalho.
8º Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
9º Trabalho será teu assunto preferido; talvez o único.
10º A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, acafeína não te farás mais efeito.
11º Terás sonhos, com matérias, e não raro, resolverás problemas detrabalho neste período de sono.
12º Exibirás olheiras como troféus de guerra.
13º E o pior: inexplicavelmente, gostarás de tudo isso...
"A Maldição do Jornalista"
Conta a lenda que, quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre como ser jornalista determinou que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito pequeno e selecionado. Mas neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses", já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Então, aconteceu o pior!!! Deus, bravo com a traição resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2º Não verás teu filho crescer.
3º Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
4º Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais, terás úlcera.
5º A pressa será teu único amigo e as suas refeições principaisserão os lanches, as pizzas e o China in Box.
6º Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5anos de trabalho.
8º Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
9º Trabalho será teu assunto preferido; talvez o único.
10º A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, acafeína não te farás mais efeito.
11º Terás sonhos, com matérias, e não raro, resolverás problemas detrabalho neste período de sono.
12º Exibirás olheiras como troféus de guerra.
13º E o pior: inexplicavelmente, gostarás de tudo isso...
segunda-feira, 14 de julho de 2008
COMENDO NA RUA
Que repórter rala e muito, isso não é novidade. Mas no dia a dia da ralação, repórter que também é gente e precisa comer, sempre acaba dando um jeitinho. Entre um plantão e outro, uma entrevista e outra, um tiroteio e uma operação e outra, acha lugares inusitados onde nenhum cidadão comum pararia para comer. E o pior, ou o melhor, é que se algum crítico ou repórter de gastronomia freqüentasse esses lugares, eles iriam provar e aprovar até o mais simples "Prato Feito". Começo então aqui a postar o circuitão gastronômico de quem trabalha na rua. Se alguém lembrar de mais algum lugar onde a comida, o salgadinho ou petisto não podem cair no esquecimento, não deixem de postar as sugestões. Também não posso esquecer de citar que esses endereços não servem para o grande " Bartô" do Jornal O Dia. Bartô não come, não almoça nunca. Só come biscoitos e pão. Claro que mais tarde vale um tópico só para o circuito biscoito de Bartolomeu Brito. Abaixo alguns que lembrei:
Feijoada da Vila Cruzeiro-
Depois de passar dois meses indo todos os dias para a Vila Cruzeiro ou Complexo do Alemão, não tinha como esquecer da feijoada do BAr do Fernando, feita pela Dona Lúcia, na Vila Cruzeiro. Com apenas R$ 3,50 pode-se comer uma feijoada maravilhosa, inclusive com carnes nobres.
Comida a quilo no bar de cadeiras amarelas na Vila Cruzeiro - Esse bar com comida a quilo caseira e honesta virou praticamente uma sala de imprensa. Tinha coleguinha ligando até laptop lá para transmitir foto enquanto almoçava.
Pensão pé sujo no meio da rua perto da 22 DP (Penha) - essa pensão pé sujo de comida muito honesta e limpa virou também banquete para os nobre coleguinhas que ficam horas esperando a matéria na porta da delegacia.
Empada ao lado da delegacia de São Cristóvão -
É a melhor empada de camarão que já comi. Cobertura de ocorrências na 17DP significa dar uma passada no boteco ao lado e comer a empadinha da portuguesa que é uma delícia.
Pastel da feira do Leme -
Na cobertura da guerra do Chapéu Mangueira, o pastel ficou famoso entre os coleguinhas. É na feira do Leme. Imperdível. Quem vai lá come pastel, bolinho de aipim e ainda escuta depoimentos de moradores sobre a guerra na favela, em off claro.
Pastel do Jacarezinho -
Na birosca na entrada da favela, pela Avenida Suburbana. Pastel de carne maravilhoso. Aliás cobertura de favela sem birosca com pastel não existe.
Picanha de Duque de Caxias-
Fica na Washington Luiz. Picanha bem servida onde o dono pergunta até se a imprensa quer mais e isso sem cobra extra.
Mega Mate da Rocinha
Bom esse não tem nada de diferente para comer além do pão de queijo mas virou unanimidade entre a imprensa quando vai à Rocinha.
Barraca do Aconchego da Feira dos Paraíbas-
Hábito meu e de meus colegas de plantão de fim de semana. Tem uma carne de sol com aipim maravilhosa e barata.
Picanha do Vidigal -
Churrasco a quilo, na ladeira, na subida da favela. Picanha bem cortada e deliciosa. Os acompanhamentos também são gostosos, bem feitos e sem muita gordura.
Bifão da Cadeg -
É um dos melhores e mais bem servidos que já comi. Um bifão com fritas que dá para dois com folga. Sem contar o cozido das quintas-feiras que também é uma delícia e dá para três.
Tia Maria na Barra-
Parada obrigatória de quases todos os colegas de imprensa que por um acaso vão fazer matéria na Barra da Tijuca. Fica em frente à dp da Barra. Prato comercial super em conta e a Tia Maria conhece quase todos que lá param para comer
Conforme eu for lembrando vou postando aqui.
Feijoada da Vila Cruzeiro-
Depois de passar dois meses indo todos os dias para a Vila Cruzeiro ou Complexo do Alemão, não tinha como esquecer da feijoada do BAr do Fernando, feita pela Dona Lúcia, na Vila Cruzeiro. Com apenas R$ 3,50 pode-se comer uma feijoada maravilhosa, inclusive com carnes nobres.
Comida a quilo no bar de cadeiras amarelas na Vila Cruzeiro - Esse bar com comida a quilo caseira e honesta virou praticamente uma sala de imprensa. Tinha coleguinha ligando até laptop lá para transmitir foto enquanto almoçava.
Pensão pé sujo no meio da rua perto da 22 DP (Penha) - essa pensão pé sujo de comida muito honesta e limpa virou também banquete para os nobre coleguinhas que ficam horas esperando a matéria na porta da delegacia.
Empada ao lado da delegacia de São Cristóvão -
É a melhor empada de camarão que já comi. Cobertura de ocorrências na 17DP significa dar uma passada no boteco ao lado e comer a empadinha da portuguesa que é uma delícia.
Pastel da feira do Leme -
Na cobertura da guerra do Chapéu Mangueira, o pastel ficou famoso entre os coleguinhas. É na feira do Leme. Imperdível. Quem vai lá come pastel, bolinho de aipim e ainda escuta depoimentos de moradores sobre a guerra na favela, em off claro.
Pastel do Jacarezinho -
Na birosca na entrada da favela, pela Avenida Suburbana. Pastel de carne maravilhoso. Aliás cobertura de favela sem birosca com pastel não existe.
Picanha de Duque de Caxias-
Fica na Washington Luiz. Picanha bem servida onde o dono pergunta até se a imprensa quer mais e isso sem cobra extra.
Mega Mate da Rocinha
Bom esse não tem nada de diferente para comer além do pão de queijo mas virou unanimidade entre a imprensa quando vai à Rocinha.
Barraca do Aconchego da Feira dos Paraíbas-
Hábito meu e de meus colegas de plantão de fim de semana. Tem uma carne de sol com aipim maravilhosa e barata.
Picanha do Vidigal -
Churrasco a quilo, na ladeira, na subida da favela. Picanha bem cortada e deliciosa. Os acompanhamentos também são gostosos, bem feitos e sem muita gordura.
Bifão da Cadeg -
É um dos melhores e mais bem servidos que já comi. Um bifão com fritas que dá para dois com folga. Sem contar o cozido das quintas-feiras que também é uma delícia e dá para três.
Tia Maria na Barra-
Parada obrigatória de quases todos os colegas de imprensa que por um acaso vão fazer matéria na Barra da Tijuca. Fica em frente à dp da Barra. Prato comercial super em conta e a Tia Maria conhece quase todos que lá param para comer
Conforme eu for lembrando vou postando aqui.
Mais palavras para o dicionário dus pessual tudo
Depressada- creio que seja estressada. Uma senhora falou isso certa vez para uma repórter.
Aqui em Vigário não Have nem Haveu guerra nenhuma - da população de Vigário Geral para a imprensa quando todos perguntavam da guerra entre Vigário e Lucas
Flóquios - " nós estamos cheios de flóquios da dengue aqui" - de um morador da Baixada para uma repórter da Rádio Tupi
Interrogamento - do advogado de um dos militares do Exército acusado de entregar jovens da Providência ao tráfico na M ineira- "Temos que esperar acabar o interrogamento dele"
Típica de festinha de criança dus pessual das comunidade : "Coma o bolo garoto! Só tá comendo o 'gracê'!
Aqui em Vigário não Have nem Haveu guerra nenhuma - da população de Vigário Geral para a imprensa quando todos perguntavam da guerra entre Vigário e Lucas
Flóquios - " nós estamos cheios de flóquios da dengue aqui" - de um morador da Baixada para uma repórter da Rádio Tupi
Interrogamento - do advogado de um dos militares do Exército acusado de entregar jovens da Providência ao tráfico na M ineira- "Temos que esperar acabar o interrogamento dele"
Típica de festinha de criança dus pessual das comunidade : "Coma o bolo garoto! Só tá comendo o 'gracê'!
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